sábado, 7 de setembro de 2024

Competitividade na indústria: o que significa e como alcançar?




A competitividade na indústria tem um significado principal: trata-se de fazer sempre mais, buscando os melhores recursos – também, usando aqueles que tem em mãos.

Essa simples definição, no entanto, guarda uma enorme quantidade de informações valiosas. A competitividade é o acelerador, o principal motivador para a expansão dos negócios. É preciso inovar.

Competitividade é a mesma capacidade eficaz de competir e conquistar determinado mercado e/ou público a partir de habilidades, conceitos, análises e sistemas eficazes. O objetivo é produzir com qualidade, fazer o uso de tecnologia e recursos humanos, entre outros fatores, alcançando os melhores resultados.

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João Francisco Amâncio de Moraes
AQC - Amancio Quality Consulting
(19) 99895-3115

Gestão de Riscos: como aplicar na sua empresa


A Gestão de Riscos é fundamental com vistas a eliminar ou reduzir perdas financeiras e potencializar ganhos

O risco significa a probabilidade de perigo e de algo não sair como o esperado. Os riscos estão presentes em todas as atividades do cotidiano e não seria diferente com as organizações. Por isso, a Gestão de Riscos é fundamental com vistas a eliminar ou reduzir perdas financeiras e potencializar ganhos.Conhece aquela máxima do "podemos dar um jeitinho nisso"? Muitas empresas resolvem seus problemas à medida que eles aparecem, mas fazer projeções de possíveis riscos é algo muito importante. Claro que nenhuma organização é intocável, já que as ameaças são inerentes a todos, mas existem alguns riscos possíveis de prever e evitar.

Afinal, o que é Gestão de Riscos?

Além de tratar das possíveis ameaças ao seu negócio, a Gestão de Riscos mostra oportunidades que não devem ser desperdiçadas. A Gestão de Riscos é a coordenação de todas as atividades que possam evitar que uma organização seja afetada de forma negativa, ou ainda que deixe de aproveitar as oportunidades de maneira positiva. Estratégia e risco são termos que caminham juntos. Uma Gestão de Riscos eficaz deve fazer parte da tomada de decisões; ser sistemática e estruturada; ser parte integrante dos processos organizacionais; basear-se nas melhores informações e facilitar a melhoria contínua do negócio.

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João Francisco Amâncio de Moraes
AQC - Amancio Quality Consulting
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quinta-feira, 8 de agosto de 2024

Indústrias usam cada vez mais técnicas de manufatura enxuta, aponta pesquisa da CNI

Como a manufatura enxuta pode ajudar a sua empresa a se manter no mercado?  - Blog SESI SENAI

Iniciativas existem para reduzir desperdícios e melhorar os processos produtivos. No momento, o desafio é a integração com a indústria 4.0, como inteligência artificial e big data.

 A Sondagem Especial 91, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), aponta que 86% da indústria instalada no Brasil utilizam pelo menos uma técnica de manufatura enxuta, sendo que 41% adotaram pelo menos 11 técnicas – em uma lista de 17 – para reduzir tempo e custo de produção e aumentar a qualidade em 2023.

A pesquisa mostra um aumento importante, na comparação com 2018, quando 35% das indústrias faziam uso de 10 a 15 técnicas, em uma lista de 15 possíveis técnicas. Ao adotar técnicas de manufatura enxuta, as indústrias melhoram a gestão, reduzem desperdícios e mantêm a melhoria contínua dos processos produtivos.

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João Francisco Amâncio de Moraes
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sábado, 29 de junho de 2024

Set-based concurrent engineering (SBCE) - uma abordagem metodológica no desenvolvimento de produtos

Set-based concurrent engineering (SBCE) é uma abordagem metodológica no desenvolvimento de produtos que faz parte dos princípios do sistema de produção enxuta. Essa metodologia foca em explorar simultaneamente múltiplas soluções ou designs alternativos antes de selecionar a opção final. Ao contrário da engenharia tradicional, que geralmente segue um caminho sequencial e linear de desenvolvimento, a SBCE permite uma abordagem mais abrangente e integrada.





No contexto de aplicar o pensamento lean à fase inicial e incerta do desenvolvimento de produtos, SBCE é um processo chave do desenvolvimento lean que é elogiado (embora raramente praticado), geralmente no contexto da inovação. 

A ideia básica da SBCE é evitar saltar para soluções (jump to solutions), evitar focar rapidamente em uma única solução apenas para descobrir que, na maior parte das vezes, você tem que começar tudo de novo do início em um ciclo de retrabalho. Em vez disso, comece com um conjunto de soluções (dentro de um espaço de design definido) que passará por um processo de estreitamento, eliminando (via um processo estruturado de desseleção) as soluções que não funcionam ou funcionam menos bem. Desta forma, uma equipe de design pode explorar mais alternativas e identificar abordagens mais inovadoras para seus problemas.

Mas o primeiro valor da abordagem SBCE é que ela garante a qualidade. Entre o conjunto de soluções a explorar, a primeira é simplesmente a melhor solução atualmente conhecida, uma que se sabe que funciona. Busca-se inovar além de onde se está, além da melhor solução atual, mas com o melhor design atual como o ponto de partida, pode-se começar um processo de desenvolvimento com uma base sólida de qualidade. 



Princípios e processo da SBCE

Na ilustração acima, o diamante pode representar a solução atualmente conhecida como a melhor, a ser avaliada ao lado de soluções com vários graus de novidade, custo e risco.

É claro que quer-se inovar, não se contentar com os louros de designs passados, mesmo que eles fossem impecáveis. Então, naturalmente, esforçar-se para desafiar designs inovadores. O que se torna importante, então, é identificar e abordar as fraquezas nos novos designs (e novas tecnologias) o mais cedo possível no processo geral. A detecção precoce é a melhor. Qualidade na fonte é o ideal.

O compromisso com a qualidade na origem, em design e engenharia, impulsionou Tatsuhiko Yoshimura, ex-líder de engenharia da Toyota, a trabalhar proativamente para evitar problemas de qualidade antes de sua ocorrência. Conhecido como "mizenboushi", que significa prevenir antes da ocorrência, ou "GD3", que significa bom design, boa dissecção e boa discussão. 

Mesmo nos melhores sistemas, problemas podem escapar à detecção precoce. Sadao Nomura é um executivo aposentado da Toyota que insistiu em buscar qualidade perfeita na fonte através de um foco obsessivo nas ligações críticas entre engenharia, operações, serviço e de volta à engenharia. Por meio de processos como tornar defeitos e qualidade visuais, e exigir ação imediata para abordar cada ocorrência de anormalidade, Nomura liderou a Toyota para alcançar seu melhor desempenho no lançamento de um novo veículo (o Mark II/Cressida, seu sedan mais vendido na época). Na Toyota Forklift, a abordagem de Nomura alcançou melhorias de 98% na qualidade em processo e 93% nos problemas que alcançaram o cliente. O foco em mover a identificação de problemas de qualidade cada vez mais upstream é destacado neste gráfico do livro altamente detalhado de Nomura, The Toyota Way to Dantotsu Radical Quality Improvement.

Nomura, Sadao, The Toyota Way of Dantotsu Radical Quality Improvement (Boston: Lean Global Network, Inc. and Routledge, 2021), 210.

O processo de melhoria da qualidade dantotsu de Nomura levou a melhorias notáveis no desempenho de qualidade em outros fabricantes e até em empresas de software como a Theodo. (Veja a história de Fabrice Bernhard na edição do mês passado do Design Brief.)

Crédito: John Shook - leia mais, clicando aqui.


segunda-feira, 4 de março de 2024

BNDES e GFANZ anunciam intenção de construir plataforma para acelerar descarbonização

 


O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e a GFANZ (Glasgow Financial Alliance for Net Zero) assinaram cartas de interesse para desenvolver soluções que ampliem o financiamento em projetos de descarbonização da economia brasileira. 

A GFANZ é uma entidade que reúne instituições financeiras empenhadas na transição da economia global para emissões líquidas zero de gases de efeito estufa até 2050. A parceria vai unir a expertise do BNDES, maior financiador de energia renovável do mundo e maior estruturador de projetos de infraestrutura do país, à rede da GFANZ, que agrega 675 instituições financeiras em 50 países, sendo especialista em mobilização de capital para transição climática.

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EMBRAPII Apresenta novo Modelo para Indústrias do Futuro

 

A Embrapii (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial) reuniu representantes do setor produtivo para conhecer o novo modelo de apoio a pesquisas em áreas estratégicas para o desenvolvimento tecnológico nacional, os Centros de Competência, e suas respectivas áreas de atuação.

 Também foram fornecidos esclarecimentos sobre as vantagens da associação tecnológica para empresas interessadas na criação de projetos de inovação voltados ao futuro da indústria.

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quarta-feira, 20 de setembro de 2023

Descarbonização da indústria: conheça as principais práticas

 



A descarbonização é um grande foco das indústrias na atualidade. Para isso, a adoção de práticas específicas ganha espaço para reduzir emissões de CO2

Fonte: A Voz da Indústria | 05 Set, 2023

A matriz energética global está passando por uma transição. As indústrias, por exemplo, estão substituindo os combustíveis fósseis por combustíveis renováveis, em um processo conhecido como a descarbonização da indústria.

Diretamente relacionada à economia de baixo carbono, a descarbonização depende de ações concretas que garantem aumento da eficiência energética.

Dependem também da conscientização da sociedade, redução de gastos e incentivo à economia circular.

Mas, para descarbonizar a indústria, há a necessidade de colocar em prática alguns passos e práticas que contribuem com todo o processo e tornam a matriz energética mais limpa.

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