AQC - Amancio Quality Consulting
Otimizando Processos
sábado, 13 de junho de 2026
quarta-feira, 3 de junho de 2026
Gestão por Processos de Negócio - BPM
Business Process Management (BPM) é uma abordagem disciplinada para identificar, projetar, executar, documentar, medir, monitorar e controlar, processos de negócio automatizados e não automatizados para alcançar resultados consistentes e direcionados, alinhados com os objetivos estratégicos de uma organização.
O BPM envolve a definição, melhoria, inovação e gestão deliberada, colaborativa e cada vez mais apoiada pela tecnologia dos processos de negócio numa visão ponta a ponta (end-to-end) que impulsionam os resultados do negócio, criam valor e permitem que uma Organização atinja os seus objetivos de negócio com mais agilidade.
O BPM permite que uma empresa alinhe os seus processos à sua estratégia de negócio, levando a um desempenho global eficaz da organização através de melhorias de atividades de trabalho específicas, seja dentro de um departamento específico, em toda a empresa, ou entre organizações.
- Reduz desperdícios e retrabalho.
- Melhora a rastreabilidade e a conformidade sanitária.
- Aumenta a produtividade e a competitividade.
- Facilita treinamentos e padronização.
- Maior eficiência operacional.
- Redução de custos e desperdícios.
- Conformidade regulatória (ANVISA, MAPA).
- Transparência e rastreabilidade.
- Melhoria na satisfação de clientes e parceiros.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2026
ALCANCE A EXCELÊNCIA ESTRATÉGICA E OPERACIONAL: SUA EMPRESA PRONTA PARA O PRÓXIMO NÍVEL
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| imagem Freepik macrovector |
Prezado(a) Empresário/Gestor(a),
Você já sentiu
que sua empresa, mesmo crescendo, opera no limite? Que os processos poderiam
ser mais ágeis, os custos mais controlados e a qualidade mais consistente? Que
a estratégia definida no planejamento nem sempre se concretiza no dia a dia
operacional?
Na Amancio
Quality Consulting, entendemos perfeitamente esses desafios. Especializamos
em assessorar empresas micro e de média porte justamente na ponte entre a visão
e a execução, entre a estratégia e a operação. Oferecemos a você duas poderosas
abordagens consagradas mundialmente para transformar sua gestão: a Manufatura
Enxuta (Lean) e a aplicação estratégica da ISO 9004:2018.
Não se trata
apenas de resolver problemas pontuais, mas de construir alicerces robustos para
crescimento sustentável e excelência duradoura.
1.
Metodologia Lean: Excelência Operacional e Eliminação de Desperdícios
A filosofia Lean
(Enxuta) tem como core a criação máxima de valor para o cliente com o mínimo de
desperdício. É uma abordagem prática, focada no chão de fábrica, nos processos
diários e na mentalidade das pessoas.
Principais
Características: Foco intenso na eficiência do fluxo de trabalho,
identificação e eliminação de 8 tipos de desperdícios (estoque, espera,
transporte, etc.), melhoria contínua (Kaizen), padronização e empoderamento das
equipes.
Melhor
Indicada Quando sua empresa busca:
*
Reduzir drasticamente tempos de entrega e lead times.
*
Aumentar a produtividade e capacidade sem novos investimentos pesados.
*
Minimizar estoques, retrabalho e defeitos.
*
Criar uma cultura de melhoria contínua envolvendo todos os
colaboradores.
*
Resolver "gargalos" operacionais que impedem o crescimento.
Principais
Benefícios:
* Redução
de custos operacionais pela eliminação sistemática de desperdícios.
* Maior
agilidade e flexibilidade para responder à demanda do mercado.
* Melhoria
significativa da qualidade e redução de falhas.
* Aumento
da satisfação do cliente com entregas mais rápidas e confiáveis.
2. ISO
9004:2018: Excelência na Gestão e Sustentabilidade Organizacional
Enquanto a ISO
9001 certifica um sistema de gestão da qualidade, a ISO 9004:2018 vai muito
além. É uma diretriz para o sucesso sustentado de qualquer organização. Ela
fornece um guia estratégico para ampliar os resultados, melhorar o desempenho
global e garantir a resiliência no longo prazo.
Principais
Características: Visão holística da organização, foco no equilíbrio entre
as necessidades de todas as partes interessadas (clientes, colaboradores,
sociedade, acionistas), gestão da qualidade como ferramenta estratégica, e
autoavaliação para maturidade e melhoria.
Melhor
Indicada Quando sua empresa precisa:
* Alinhar
a operação com a estratégia de forma mensurável.
* Maturar
seu sistema de gestão para além da certificação.
*
Melhorar o desempenho global (não apenas a qualidade do produto).
*
Preparar-se para o crescimento sustentável, com foco em inovação e
aprendizado.
*
Engajar e reter talentos, criando um ambiente de alta performance.
Principais
Benefícios:
* Governança
mais robusta e decisões mais estratégicas.
* Aumento
da capacidade de atingir resultados previstos de forma consistente.
* Melhoria
da satisfação e fidelização de todas as partes interessadas.
* Maior
resiliência e capacidade de adaptação às mudanças do mercado.
* Rumo
à excelência organizacional, com uma gestão integrada e focada no futuro.
Qual a
Melhor para Minha Empresa?
A resposta é: depende
do seu objetivo principal. Muitas vezes, são complementares.
* Se o desafio urgente está na eficiência
operacional, nos custos e na agilidade, iniciar pela jornada Lean é mais tático
e gera resultados rápidos e visíveis.
* Se o desafio está na gestão integrada, no
planejamento estratégico de longo prazo e na maturidade organizacional, a
estrutura da ISO 9004 é o caminho ideal.
Na Amancio
Quality Consulting, não impomos metodologias. Diagnosticamos sua realidade,
entendemos seus objetivos e customizamos a abordagem – seja pura, híbrida ou em
fases – para entregar a solução mais efetiva para o seu negócio.
Conduzimos sua
empresa por uma transformação real, desenvolvendo competências internas e
garantindo que a excelência não seja um projeto, mas sim a nova forma de
trabalhar.
Pare de apenas
operar e comece a crescer com solidez.
Entre em
contato conosco para uma consultoria diagnóstica inicial. Vamos, juntos,
desenhar o caminho para a excelência estratégica e operacional da sua empresa.
Amancio
Quality Consulting – Sua Estratégia, Nossa Execução.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2025
Feliz Natal e Próspero Ano Novo!
Queridos clientes e amigos da Amancio Quality Consulting,
Neste período especial, queremos expressar nossa gratidão pela confiança e parceria ao longo de 2025.
Que o Natal seja repleto de paz, amor e momentos felizes ao lado daqueles que vocês mais amam.
Desejamos que 2026 traga novas oportunidades, conquistas e muitas realizações. Que o Ano Novo seja próspero, cheio de saúde, sucesso e prosperidade para todos vocês!
Agradecemos por fazerem parte da nossa história. Que venha um 2026 extraordinário!
Feliz Natal e Próspero Ano Novo!
Com carinho,
Equipe Amancio Quality Consulting
domingo, 7 de dezembro de 2025
Conceitos, metodologias e ferramentas para resolução de conflitos
Orientação sobre conceitos, metodologias e ferramentas para resolução de conflitos, que pode ajudar numa melhor compreensão do tema e na aplicação de estratégias eficazes.
Orientação sobre Resolução de Conflitos
Conceitos Fundamentais
- Divergência de opiniões, interesses ou valores entre duas
ou mais partes.
- Pode ocorrer em ambientes pessoais, profissionais,
sociais, etc.
- Nem todo conflito é negativo; pode promover mudanças e
melhorias se bem gerenciado.
- Intrapessoal: dentro de uma pessoa (dilemas internos).
- Interpessoal: entre duas pessoas.
- Organizacional: entre grupos ou departamentos.
- Estrutural: decorrente de estrutura, processos ou
recursos.
- Identificar causas e interesses subjacentes.
- Promover entendimento e empatia.
- Buscar soluções satisfatórias para todas as partes.
- Manter ou fortalecer relacionamentos.
Metodologias para Resolução de Conflitos
#1. Negociação
- Processo de diálogo direto para chegar a um acordo.
- Requer abertura, escuta ativa e flexibilidade.
#2. Mediação
- Envolvimento de um terceiro imparcial para facilitar o
diálogo.
- O mediador ajuda as partes a encontrarem uma solução
consensual.
#3. Arbitragem
- Terceiro decide a questão após ouvir as partes.
- Utilizado quando não há consenso na mediação.
#4. Conciliação
- Processo semelhante à mediação, mas com maior intervenção
do conciliador na sugestão de soluções.
#5. Gestão de conflitos baseada em princípios
- Comunicação não violenta
- Empatia
- Foco nos interesses, não nas posições
- Comunicação assertiva
Ferramentas para Resolução de Conflitos
#1. Comunicação Não Violenta (CNV)
- Técnica de comunicação que promove empatia e compreensão.
- Envolve observação, sentimento, necessidade e pedido.
#2. Mapeamento de Interesses
- Identificação do que realmente importa para cada parte.
- Ajuda a encontrar pontos comuns e possibilidades de ganho
mútuo.
#3. Técnica do Espelhamento
- Repetir o que a outra parte disse para garantir
entendimento.
- Promove escuta ativa e validação emocional.
#4. Análise de Causa e Efeito
- Ferramenta para entender as causas raízes do conflito.
- Diagrama de Ishikawa (Espinha de peixe).
#5. Brainstorming de Soluções
- Geração de várias alternativas sem julgamento imediato.
- Estimula criatividade e colaboração.
#6. Técnica de Win-Win
- Buscar soluções que beneficiem todas as partes.
- Enfatiza cooperação ao invés de competição.
Dicas para uma Gestão Eficaz de Conflitos
- Ouça ativamente e com empatia.
- Mantenha a calma e o respeito.
- Concentre-se nos interesses, não nas posições.
- Seja aberto à negociação e à flexibilidade.
- Procure soluções colaborativas.
- Faça follow-up para garantir o cumprimento dos acordos.
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A Comunicação Não Violenta (CNV), desenvolvida por Marshall
B. Rosenberg, é uma abordagem que busca promover empatia, compreensão e conexão
entre as pessoas, especialmente em situações de conflito ou desentendimento.
Comunicação Não Violenta (CNV) — Detalhes
Conceito
A CNV é uma metodologia de comunicação que orienta a
expressão de sentimentos e necessidades de forma honesta, ao mesmo tempo em que
escuta com empatia o que o outro comunica. O objetivo é criar um ambiente de
respeito mútuo, onde as partes se sintam ouvidas e compreendidas, facilitando a
resolução de conflitos e fortalecendo relacionamentos.
Os Quatro Componentes da CNV
#1. Observação
- Descrever fatos de forma objetiva, sem julgamento ou
avaliação.
- Exemplo: "Quando vejo a sua mesa bagunçada..."
#2. Sentimentos
- Expressar emoções relacionadas à observação, sem culpar.
- Exemplo: "...sinto frustração e preocupação."
#3. Necessidades
- Identificar as necessidades internas que estão
relacionadas ao sentimento.
- Exemplo: "...porque preciso de organização e harmonia
no ambiente."
#4. Pedidos
- Fazer pedidos claros e específicos para atender às
necessidades.
- Exemplo: "Gostaria que você arrumasse sua mesa até o
final do dia."
Práticas de CNV
#Comunicação verbal
- Use frases no formato: "Quando você faz/acontece X,
eu sinto Y, porque preciso Z. Gostaria que você..."
- Ouça sem interromper, julgamentos ou sugestões de solução
inicialmente.
- Demonstre empatia com frases como: "Entendo que você
se sente...," ou "Parece que você precisa de..."
#Expressão honesta
- Fale sobre seus sentimentos e necessidades de forma
autêntica, sem acusações ou críticas.
Benefícios da CNV
- Melhora a compreensão mútua.
- Reduz conflitos e agressões.
- Facilita negociações e soluções colaborativas.
- Fortalece relacionamentos pessoais e profissionais.
Exemplos práticos
sexta-feira, 21 de novembro de 2025
Conceito dos Três Horizontes de Inovação (H1, H2, H3) em Gestão de Portfólio de Inovação
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| Imagem criada por IA |
A ideia central é dividir todos os projetos de inovação em três “horizontes” temporais e de maturidade diferentes:
| Horizonte | Nome comum | Foco principal | Tempo de retorno típico | Tipo de inovação | % recomendado de recursos |
|---|---|---|---|---|---|
| H1 | Core / Defesa | Melhorar o negócio atual | 0–3 anos | Incremental (melhorias, eficiência) | 70% |
| H2 | Crescimento / Ataque | Expandir para novos mercados ou produtos relacionados | 2–6 anos | Adjacente (novos clientes, canais, categorias próximas) | 20% |
| H3 | Futuro / Transformação | Criar os negócios do amanhã | 5–12 anos (ou mais) | Disruptiva / Radical | 10% |
Detalhamento de cada horizonte
Horizonte 1 (H1) – “Proteger e estender o core”
São os projetos que otimizam o que já existe: redução de custo, melhoria de produto/serviço atual, aumento de eficiência operacional, pequenas evoluções.
Exemplo: nova versão do produto flagship, automação de processos, expansão geográfica no mesmo segmento.
Objetivo: gerar caixa hoje, defender market share, manter competitividade imediata.
Risco: baixo a médio. Retorno previsível.
Problema comum: empresas colocam 90–100% dos recursos aqui → “morre de sucesso hoje, mas fracassa amanhã”.
Horizonte 2 (H2) – “Construir negócios emergentes”
Projetos que esticam o core para áreas adjacentes: novos segmentos de clientes, novos canais, novos modelos de receita próximos ao atual.
Exemplo: uma montadora tradicional lançando uma linha de carros elétricos premium, um banco criando serviço de investimento digital (neobanking), uma empresa de alimentos entrando em plant-based.
Objetivo: garantir crescimento médio prazo e renovação do portfólio.
Risco: médio a alto. Precisa de investimento significativo e velocidade.
É o horizonte mais difícil de gerenciar (muitas empresas matam H2 cedo demais por pressão de resultado curto prazo).
Horizonte 3 (H3) – “Criar o futuro”
Ideias genuinamente disruptivas, muitas vezes com tecnologia ou modelo de negócio que ainda não existe no mercado ou na empresa.
Exemplo: Google criando o carro autônomo (Waymo), Amazon criando a AWS quando era apenas livraria online, Natura explorando bioeconomia da Amazônia em 2005.
Normalmente começa como experimento, startup interna, spin-off ou parceria com universidade/startup.
Objetivo: posicionar a empresa para o próximo “S-curve” de crescimento.
Risco: altíssimo (90% falha é normal). Retorno incerto e distante.
Precisa de proteção especial (orçamento ring-fenced, métricas de aprendizado e não de ROI imediato).
Regra prática mais usada: 70-20-10
70% dos recursos (orçamento + pessoas) → H1
20% → H2
10% → H3
Empresas de alta performance (Apple, Google, 3M, Amazon, Gore-Tex) seguem rigorosamente essa proporção ou algo muito próximo.
Visualização clássica (curva S)
Valor do negócio ↑ │ H3 ────────↗ │ ↗ H2 ↗ │ ↗ ↗ │ ↗ ↗ │ ↗ ↗ │ ↗ ↗ H1 (atual) │↗ ↗ +-----------------------------→ Tempo
O H1 atual vai eventualmente declinar. O H2 de hoje vira o H1 de amanhã, e o H3 de hoje vira o H2 do futuro. Quem não investe em H3 fica sem “próximo motor” quando o core atual saturar. Resumo rápido para reunião - H1 = faço mais e melhor o que já sei fazer (caixa hoje) - H2 = faço coisas novas, mas próximas do que já sei (crescimento amanhã) - H3 = faço coisas que ninguém sabe se vão dar certo (sobrevivência depois de amanhã) Gerenciar bem os três horizontes é a diferença entre empresas que sobrevivem 5 anos e empresas que duram 50+ anos.
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segunda-feira, 17 de novembro de 2025
Plano de Gestão de Qualidade em Gestão de Projetos
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| imagem: freepik |
Se você entregar no prazo e abaixo do orçamento, mas a qualidade não atender às expectativas dos seus stakeholders, o projeto não é um sucesso. Vamos explorar o impacto que um plano de gestão de qualidade pode ter em um projeto, como fazer um e analisar alguns modelos para começar.
O que é um plano de gestão de qualidade?
Um plano de gestão de qualidade é um documento que ajuda o gerente de projeto e a equipe de projeto a executar ações de gestão e garantia de qualidade. Qualidade, no contexto da gestão de projetos, é atender aos requisitos do projeto e atender às necessidades do cliente.
Um plano geral do projeto incluirá um plano de gestão de qualidade, que descreve as atividades que você aplicará ao longo do ciclo de vida do projeto para atingir seus objetivos de qualidade. Você também descreve essas atividades (e os recursos necessários para colocá-las em prática) no plano de gestão de qualidade. É ilusão esperar qualidade sem planejar para ela. Qualidade é intencional e exige execução habilidosa. Um plano de gestão de qualidade é o primeiro passo para definir e codificar os passos necessários para alcançar as expectativas de qualidade do projeto. Isso é melhor feito com um software de gerenciamento de projetos que possa organizar e compartilhar o plano com a equipe do projeto.
Por que um plano de gestão de qualidade em um projeto é importante?
Um plano de gestão de qualidade é um componente essencial para entregar um projeto bem-sucedido aos seus stakeholders. Mas não é apenas um projeto que se beneficia de um plano de gestão de qualidade. Os clientes esperam consistência e, ao ter um plano para manter uma produção de qualidade para qualquer produto ou serviço que você esteja fabricando, você pode atender consistentemente às expectativas de qualidade deles.
A gestão da qualidade também não se limita à equipe do projeto. Quando todos na organização entendem o plano, a eficiência aumenta. Embora seja de extrema importância que todos os envolvidos no processo de fabricação utilizem o plano de gestão de qualidade como orientação, ter todos os departamentos familiarizados com o plano aumenta a eficiência e cria um objetivo compartilhado compreendido por todos.
Quando você cria um produto ou serviço de qualidade, os clientes vão notar. O mercado é competitivo, e a qualidade é algo que faz sua marca se destacar. Um plano de gestão de qualidade ajuda você a garantir uma qualidade consistente. Isso, por sua vez, faz com que os clientes fiéis ao seu produto ou serviço. Clientes fiéis geram valor de marca; E isso significa lucratividade.
Claro, ninguém é perfeito, o que é outro motivo pelo qual um projeto precisa de um plano de gestão de qualidade. Ter diretrizes e princípios para seus processos de negócios significa que todos sabem o que fazer. Isso cria um roteiro que reduz o erro humano. Quanto menos erros, menos tempo e dinheiro você terá para gastar no projeto.
Quem está envolvido no planejamento, execução e manutenção de um plano de gestão de qualidade?
Um plano de gestão de qualidade é criado pelo gerente de projeto, que pode buscar orientação de alguns membros da equipe, partes interessadas e clientes. Existem alguns projetos e organizações que podem ter funções específicas para um profissional ou especialista em garantia de qualidade, mas a maioria dos planos de gestão de qualidade é planejada, executada e mantida pelo gerente de projetos.
Independentemente de quem seja o dono do plano de gestão de qualidade, todos na equipe do projeto têm algum papel a desempenhar para garantir que as entregas atendam às expectativas de qualidade:
O Gerente de Projeto: O PM desenvolve o processo de gestão de qualidade para garantir que todas as entregas atendam às expectativas de qualidade.
Membros da Equipe: A equipe é responsável por atender às expectativas de qualidade do plano enquanto executa suas tarefas, seguindo os padrões elaborados pelo gerente de projeto.
A Organização: A organização padroniza os controles de qualidade em todos os projetos e garante que sua equipe seja treinada com as habilidades necessárias para entregar produtos ou serviços de qualidade.
Partes interessadas: As partes interessadas precisam explicar claramente quais são suas expectativas de qualidade e são responsáveis por aprovar a entrega desse produto ou serviço.
Clientes: Clientes e usuários devem ser consultados como partes interessadas se o projeto for projetado para criar um produto ou serviço para os clientes.
Como Criar um Plano de Gestão de Qualidade para um Projeto
Ao elaborar um plano de gestão de qualidade, primeiro é necessário identificar os componentes-chave. Esses incluem os entregáveis do projeto e o processo do projeto. Você também precisa determinar os padrões de qualidade pelos quais irá medir seus entregáveis, assim como os critérios que usa para medir a satisfação do cliente.
Você também precisará listar as atividades de controle de qualidade, padrões de qualidade de processos, expectativas das partes interessadas, atividades de garantia de qualidade e criar entregas de qualidade. Depois disso, o plano de gestão de qualidade segue estas quatro etapas:
1. Desenvolvimento de Plano de Gestão de Qualidade - É nesse momento em que você identifica os objetivos de qualidade dos seus clientes pesquisando e entrevistando-os. Você vai querer que eles expressem suas necessidades de forma clara e objetiva. Depois, você analisará os padrões profissionais relacionados ao seu produto ou serviço, como legais, ambientais, econômicos, regulamentos, segurança de vida e saúde.
O plano de gestão de qualidade terá que encontrar um equilíbrio entre o que os clientes desejam e seus custos, cronogramas e padrões profissionais. A partir daí, você pode começar a desenvolver um plano e processos para alcançar suas metas de qualidade dentro das limitações do seu projeto.
Em seguida, você vai querer desenvolver limites de medida de desempenho para garantir que todos concordem que os objetivos de qualidade foram alcançados. Os clientes terão que concordar com todos os objetivos de qualidade e medidas de qualidade.
2. Executar o Plano de Gestão da Qualidade - Agora que você tem um plano, é hora de colocá-lo em ação. Executar tarefas de acordo com o plano e os padrões aprovados de gestão de qualidade. A comunicação é essencial durante essa fase, para responder rapidamente às dinâmicas em mudança no projeto. Documente tudo e explore em uma reunião de lições aprendidas após a conclusão do projeto.
3. Realizar Verificações de Qualidade - Para garantir que você está atingindo os objetivos de qualidade, é fundamental realizar verificações de qualidade, como revisões técnicas, supervisão gerencial, verificação de que os padrões de qualidade estão sendo cumpridos. Compare esses objetivos em relação aos seus objetivos de qualidade do cliente. Os gerentes de projeto relatarão essas descobertas às partes interessadas em reuniões regulares. A melhoria contínua é o objetivo desse processo.
4. Tomar Medidas Corretivas - Se, durante o monitoramento da qualidade do seu projeto, você detectar anomalias, deve responder para trazer o projeto de volta ao seu nível de qualidade de referência. Documente essas mudanças, pois essas melhorias de qualidade podem alterar o plano de gestão de qualidade, os procedimentos e a alocação de recursos.
Fale conosco na Amancio Quality Consulting; mailto:amancio.consulting@gmail.com;



