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Seis etapas num processo de gerenciamento de riscos em projetos
Como sua empresa lida com algo aparentemente tão evasivo
quanto o gerenciamento de riscos do projeto? Tem-se um plano de gerenciamento
de risco? É tudo uma questão de processo. Transforme desvantagens em vantagens
seguindo estas seis etapas.
1.
Identifique o risco
Não se pode resolver um risco se não se souber o que é.
Existem muitas maneiras de identificar riscos. Ao passar por esta etapa, procura-se
coletar os dados em um registro de riscos.
Uma maneira possível é fazer um brainstorming com sua
equipe, colegas ou partes interessadas. Encontre as pessoas com experiência
relevante e marque entrevistas para que se possa reunir as informações
necessárias para identificar e resolver os riscos. Pense nas muitas coisas que
podem dar errado. Observe-as. Faça o mesmo com dados históricos de projetos
anteriores. Muito provavelmente se notará que lista de riscos potenciais
cresceu.
2.
Analise o risco
Analisar o risco é difícil. Nunca há informações suficientes
que se possa coletar. Provavelmente, muitos dos dados serão complexos, mas não
é raro de descobrir que alguns setores da empresa já tem boas práticas, que
podem ajudar no processo de análise de risco. Pode-se ser surpreendido ao se descobrir
que na empresa já exista uma estrutura em uso para esse processo.
Ao avaliar o risco do projeto, pode-se abordar muitos
impactos de forma proativa, como evitar possíveis litígios, abordar questões
regulatórias, cumprir a nova legislação, reduzir a exposição e minimizar o
impacto.
Outro ponto de atenção é o de que através de análises qualitativa
e quantitativa de risco, pode-se determinar como o risco afetará o cronograma e
orçamento de determinado projeto. Capture problemas, antes que eles se tornem
problemas, com painéis de gestão em tempo real do andamento do projeto.
3.
Priorize riscos e problemas
Nem todos os riscos são criados igualmente. Precisa-se
avaliar o risco para saber quais recursos devem ser reunidos para resolvê-lo
quando e, se ocorrer.
Ter uma grande lista de riscos pode ser assustador. Mas pode-se
gerenciar isso simplesmente categorizando os riscos como altos, médios ou
baixos. Assim, pode se ver uma linha do horizonte e enxergar o risco dentro de
um contexto. Com essa perspectiva, começa-se a planejar como e quando abordar-se-á
esses riscos.
Então, para aqueles riscos que se tornaram problemas, é
aconselhável criar e manter-se um registro de problemas. Assim, poder-se-á
acompanhar cada um deles e implementar as devidas ações corretivas.
Alguns riscos exigirão atenção imediata. Esses são os riscos
que podem inviabilizar o projeto. O fracasso não é uma opção. Outros riscos são importantes, mas talvez não
ameacem o sucesso do projeto. Assim, deve-se agir de acordo com uma escala de
prioridades. Depois, há aqueles riscos que têm pouco ou nenhum impacto no
cronograma e no orçamento geral do projeto.
Alguns desses riscos de baixa prioridade pode ter uma certa importância, mas
não o suficiente para se investir tempo neles.
4. Atribua um proprietário ao risco
Todo o trabalho árduo identificando e avaliando o risco será
em vão se não se designar alguém para supervisioná-lo. Tem-se de se definir quem
é a pessoa responsável por cuidar de determinado risco, identificando-o, estimando
quando provavelmente ele ocorrerá e, em seguida, liderando o trabalho para
resolvê-lo.
Pode se escolher um membro da equipe que seja mais
habilidoso ou experiente me análise de risco. Essa pessoa deve liderar as
atividades para resolvê-lo. Ou pode ser apenas uma escolha arbitrária. Claro, é
melhor atribuir a tarefa à pessoa certa, mas igualmente importante é garantir
que cada risco tenha uma pessoa responsável por ele.
Pense nisso. Se não se der a cada risco uma pessoa
encarregada de cuidar dele e, em seguida, lidar em como resolvê-lo, quando e,
se ele surgir, estar-se-á abrindo-se para mais riscos. Uma coisa é identificar
o risco, mas, se ele não for diligentemente gerenciado, não se protegerá o
projeto.
5. Responda ao risco
Em se encontrando um risco, todo um planejamento deve ser colocado
em prática. Primeiro, precisa-se saber se esse é um risco positivo ou negativo.
Se positivo, é algo que se poderia explorar para a melhoria do projeto? Caso
contrário, precisar-se-á implantar uma estratégia de mitigação para o mesmo.
Uma estratégia de mitigação de risco é simplesmente um plano
de contingência para minimizar o impacto de um risco do projeto. Age-se sobre o
risco de acordo com sua priorização, considerando-se a probabilidade, impacto e
perdas financeiras.
6.
Monitore o risco
Não se pode simplesmente definir
forças contra o risco sem acompanhar o progresso dessa iniciativa. É aí que
entra o monitoramento. Quem quer que seja o proprietário do risco, ele/ela será
responsável por acompanhar o progresso em direção à resolução. No entanto, precisar-se-á
manter-se atualizado para se ter uma imagem precisa do progresso geral do
projeto para identificar e monitorar possíveis novos riscos.
Deve-se configurar uma série de reuniões do projeto para
gerenciar os riscos. Certifique-se de se definir os meios de comunicação mais
adequado para se fazer isso. Melhor é, se houver vários canais dedicados à
comunicação.
O que quer que se escolha fazer, lembre-se de sempre ser
transparente. É melhor que todos no projeto saibam o que está acontecendo, para
que saibam o que procurar e assim, ajudar a gerenciar o processo.
Nos, na Amancio Quality Consulting, podemos assessorar sua
empresa na gestão de projetos, suas respectivas análises de risco, além de
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